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(texto da jornalista Sara Tellado Brandão)

 

Grande parte da força de trabalho da ASCOMCER vem do apoio de voluntários que se mantém imensurável na instituição desde sua fundação, fazendo parte da Diretoria Executiva e Conselhos Deliberativo e Fiscal, e também atuando diretamente com o paciente (através de visitas solidárias, projetos psicossociais, visitas religiosas) e em diversas áreas como bazar, artesanato, costura e eventos beneficentes. 

 

Diante do fato de ser uma instituição filantrópica de credibilidade na região, que se destaca por suas diversas iniciativas e projetos humanizados, o apoio de entidades privadas e da sociedade se faz constante para minimizar os déficits e dificuldades da ASCOMCER. 

 

Com mais de 55 anos de existência, a ASCOMCER comemora todas as dificuldades enfrentadas e superadas em prol dos seus pacientes, desde sua fundação até a construção do seu atual Hospital. Mergulhe abaixo na nossa história e entenda porquê somos reconhecidos como um dos melhores hospitais de Minas Gerais no tratamento oncológico.

 

 

A fundação 


A ASCOMCER foi fundada em 04 de janeiro de 1963 por Maria José Baeta Reis, que tinha sobrevivido a um câncer de colo uterino. Ela prosseguiu na luta a favor dos pacientes oncológicos carentes, se organizando dentro dos moldes e formalidades exigidas pela CNCA, e com o apoio da sociedade juizforana, que não hesitou em apoiar a causa. Da mesma forma, médicos do Departamento de Oncologia do Estado de Minas Gerais, como Dr. Domingos Laércio de Lacerda, Dr. Geraldo Magela, Dr. José Carneiro Godim, Dra. Elza Halfeld e Dr. Wulmar Bastos, passaram a atender os pacientes carentes e a realizar palestras de esclarecimentos à comunidade.


Diante da preocupação de se levar tratamento ao paciente sem perdê-lo de vista após o diagnóstico, a ASCOMCER e seus voluntários ampliaram o tratamento médico. Na época, ainda sem possuir um local próprio para internação, o atendimento passou a ser feito em domicílio, onde eram levados medicamentos, alimentos e vestuário, bem como apoio e carinho para que o doente não se sentisse desamparado. Na época, as visitas eram feitas por uma equipe formada por um médico, uma enfermeira, uma voluntária e uma estagiária da Faculdade de Serviço Social.


Em fevereiro de 1963, a ASCOMCER recebeu apoio da Sociedade São Vicente de Paulo, que durante 2 anos ofereceu à entidade 6 leitos de seu dormitório e condições para instalação de uma enfermaria destinada a abrigar seus pacientes. Nesta época, a primeira cozinheira e a primeira atendente de enfermagem foram contratadas.

 

  

O primeiro hospital

Dr. Cícero Tristão, falecido em 54, era médico e dono da Fazenda Tapera na época. Em seu testamento cedeu a sede, existente desde 1710, à Santa Casa de Misericórdia (boa parte usada para construção do Cemitério Parque da Saudade). Em seu testamento dizia que a casa deveria ser mantida e conservada como patrimônio histórico da cidade e deveria também ser usada para manter um serviço de assistência aos desamparados. A ASCOMCER entrou em contato com o provedor da Santa Casa, Hugo Enéas Mescolin, para a cessão da sede da Fazenda Tapera para continuação de seus trabalhos, tendo sido cedida por comodato e ajustado por tempo indeterminado.

 

Em 1969, Maria José Baeta Reis fundou na sede da fazenda o Instituto Dr. Cícero Tristão, na Avenida Alencar Tristão, 236, bairro Santa Terezinha, onde a ASCOMCER manteve durante 20 anos todo o seu atendimento aos pacientes carentes, chegando a contar com 23 leitos, 3 enfermarias e um centro de atendimento intensivo.

   

A década de transformações

Em agosto de 71, a ASCOMCER asssinou com o governo do Estado, através de sua Secretaria de Saúde, um convênio para implantação do Programa de Controle do Câncer, em consonância com as diretrizes da Política Nacional de Saúde e um Plano da Campanha Nacional de Combate ao Câncer. E no mês de dezembro foi assinado convênio com a AME de Juiz de Fora para prestação de serviços de exames.

 

Em 73, graças a um convênio com a Prefeitura de Juiz de Fora, sob a administração do então prefeito Itamar Franco, a ASCOMCER criou seu primeiro ambulatório e, no ano seguinte, seu trabalho foi reconhecido pelo Ministério da Saúde, através da Divisão Nacional do Câncer, sendo incluída entre as cinco entidades do Estado de Minas Gerais que receberam verbas destinadas à compra de equipamentos e materiais permanentes para ampliação do ambulatório.

 

Em 1977 foi firmado um convênio com o Centro de Radioterapia e Medicina Nuclear do Hospital Dr. João Felício, onde durante anos foram feitos os tratamentos de radioterapia e cobaltoterapia dos pacientes da ASCOMCER.

  

 

O hospital atual

 

Enquanto as obras estavam em andamento, o serviço de quimioterapia era oferecido no anterior Hospital Dr Cícero Tristão, enquanto o serviço de radioterapia acontecia no Hospital João Felício.

 

A construção do novo Hospital era realizada sem nenhum tipo de subvenção oficial da Prefeitura de Juiz de Fora, e era mantida apenas de promoções mensais próprias e apoio da própria comunidade ou doações de empresas. Foi quando em 1987 o empresário Antonio Carlos Saraiva entregou a ASCOMCER a escritura de um de seus apartamentos para promoção de um bingo em prol do término das obras. Neste mesmo ano, a então presidente Maria Regina do Carmo recebeu grande ajuda financeira do governo alemão, através da Lateinamerika (sede em Bonn, Alemanha) para conclusão das obras do Hospital.

 

Foi em 1988 que as obras do bairro Cascatinha foram finalizadas, com o propósito de dar um tratamento digno e humanizado ao paciente oncológico carente, e foi inaugurado com o nome de Hospital Maria José Baeta Reis.

 

Atualmente, este Hospital, popularmente conhecido como “Hospital ASCOMCER”, tem 94% de seu atendimento direcionado a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), sendo os outros 6% dos atendimentos direcionados aos diversos pacientes de planos de saúde e particulares. O hospital possui 72 leitos para internação, sendo estes 05 leitos de UTI, 05 leitos para pediatria, 29 para tratamento clínico, 24 para cirurgia e 09 apartamentos para convênios e particulares.

 

Após mais de 55 anos de incansável dedicação aos pacientes oncológicvos carentes, onde todos os recursos sempore foram voltados a eles sem visar lucro, o combate e a prevenção do cancer se tornaram luta constante, fazendo com que a ASCOMCER ocupasse hoje um lugar de destaque na assistência hospitalar na área oncológica da cidade de Juiz de Fora e das cidades circunvizinhas.

 

Você pode conferir os dados dos atendimentos da ASCOMCER no Relatório de Gestão 2020, disponível para download no final desta página.

    

 

 

Política de Qualidade

O Hospital ASCOMCER, visando à melhoria contínua sobre a qualidade de sua prestação de serviços assistenciais vem desenvolvendo desde 2009 um grande trabalho destinado a assegurar um alto nível de qualidade, segurança e produtividade nos atendimentos realizados aos pacientes de Juiz de Fora e cidades circunvizinhas, garantindo:

 

    - A satisfação dos nossos clientes, parceiros, partes interessadas e sociedade
    - Ambiente de trabalho favorável e adequado a realização dos serviços
    - A qualidade dos serviços prestados com atendimento humanizado
    - Melhoria contínua dos processos e resultados
    - A Presteza no atendimento.

 

O compromisso com o Programa de Qualidade e com a satisfação de nossos clientes é considerado pela instituição uma necessidade em termos de demonstrar nossa eficiência e uma obrigação do ponto de vista social, ético e moral.

 

 

 

 
 

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